Feira Norte Sul 2019 pauta competitividade no Estado

Deputado estadual critica política de incentivos do Estado e cobra mudanças em legislação para fomentar negócios do segmento

A Feira Norte Sul 2019, que ocorre nesta sexta-feira (17) e sábado (18), no Centro de Eventos Pantanal, em Cuiabá, está sendo palco de discussões sobre a política de incentivos fiscais para a indústria farmoquímica e para as distribuidoras de alimentos. Em visita ao evento, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (Democratas) defendeu alteração na legislação para fazer de Mato Grosso um estado competitivo nos segmentos.

Em entrevista exclusiva ao Notícias da Saúde, parlamentar ressalta a importância do evento para fomentar a economia do estado. “Parabéns a Norte Sul que faz os 35 anos e traz para dentro de uma feira todo o potencial que nós temos para atrair novas empresas e o que nós, da Assembleia Legislativa temos que dar é oportunidade para empreendedores que acreditam em nosso Estado”, pontua.

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Deputado percebe perda de mercado e defende mais incentivos. (Foto: Chico Ferreira)

Dilmar compreende que o momento é adequado para que os empresários reivindiquem ao Poder Legislativo benefícios que garantam a competitividade com outros estados. “Nós estamos perdendo muito em receita porque nós temos uma invasão de alguns atacadistas de outros estados brasileiros com uma guerra fiscal muito grande e nós não estamos sendo atrativos a manter ou continuar dando oportunidades a esses atacadistas”, avalia.

Um atacadista de Goiás vende mais que todos os atacadistas do Mato Grosso dentro do nosso estado

O deputado acredita que para fomentar negócios no Estado, é preciso mudar a legislação no Estado. Ele cita a Lei Complementar 160/2017 que impede a diminuição de carga tributária, o que coloca Mato Grosso atrás de estados como Goiás e São Paulo. “Tem um incentivo dentro de Goiás que, para nós, estamos perdendo a competitividade. Um atacadista de Goiás vende mais que todos os atacadistas do Mato Grosso dentro do nosso Estado. Nós temos que enfrentar essa guerra”, argumenta.

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