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Simpósio debate assistência à saúde

Simpósio debate assistência à saúde

VII Simpósio da Unimed Cerrado debate mudanças no modelo de assistência à saúde, trazendo para Goiás experiências de outros Estados e de outros países

Vai até amanhã, 2 de dezembro, a sétima edição do Simpósio da Unimed Cerrado. Realizado desde hoje às 8 e meia da manhã, o evento debate os novos modelos de atenção à saúde, reunindo representantes de cooperativas médicas, Secretaria Estadual de Saúde, setor hospitalar privado, Ipasgo, médicos e dirigentes da área da saúde.

“Desafios da Mudança do Atual Modelo de Atenção à Saúde” é o tema central dos debates, realizados no Sicoob UniCentro Brasileira – Av.T-8, número 109, Setor Marista (em frente ao Hipermercado Extra). O Simpósio vai apresentar experiências já desenvolvidas com sucesso em Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina e em Portugal, Inglaterra e Espanha, países cujos sistemas de saúde são referências internacionais na atenção integral à população. As discussões partem da avaliação de que hoje, a assistência à saúde no Brasil é muito focada no tratamento de doenças e pouco voltada para a promoção da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas. Por isso a mudança deste modelo tem se mostrado necessária, tanto para a melhoria das condições de saúde dos brasileiros quanto para a redução dos custos com tratamentos nas áreas pública e privada.

Unimed Cerrado é composta pela Federação das Unimeds dos Estados de Goiás e Tocantins e do Distrito Federal.

Experiências internacionais
No primeiro dia, o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Daniel Knupp Augusto, fala sobre a experiência espanhola em atenção integral à saúde. Atualmente, a Espanha se destaca entre os países europeus por seu sistema nacional de saúde universal regionalizado, com um modelo de atenção primária com equipes multiprofissionais e centros de saúde públicos territorializados, que cobrem 100% da população.

Em seguida, Ricardo Cypreste, especialista clínico da BMJ – editora do British Medical Journal – no Brasil, aborda o modelo inglês, que inspirou a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e é considerado a maior estrutura de saúde pública do mundo, contando com um serviço de atenção primária responsável pelo atendimento de 99% da população por meio de equipes de atenção primária formadas por médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos e fisioterapeutas.

O professor Henrique Botelho, coordenador nacional para reforma do serviço nacional de saúde na área dos cuidados de saúde primários do Ministério da Saúde de Portugal, apresenta a experiência portuguesa. Em Portugal, o acompanhamento na saúde pública é feito por um médico de família, que fica responsável pelo encaminhamento de pacientes a especialistas.

As experiências brasileiras também serão abordadas no simpósio realizado pela Unimed Cerrado desde 2008. Além dos debates, serão realizados cursos e oficinas técnicas que vão abordar temas como a Venda Online de Plano de Saúde, recém-regulamentada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Acesse e confira a programação completa.

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